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Gravidez: Antidepressivos aumentam o risco de autismo em crianças

Gravidez: Antidepressivos aumentam o risco de autismo em crianças



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Como o uso de antidepressivos afeta as crianças durante a gravidez?
Tomar medicamentos durante a gravidez acarreta alguns riscos para mãe e filho. Agora, os pesquisadores descobriram que tomar antidepressivos durante a gravidez aumenta a probabilidade de autismo.

Os cientistas da Universidade de Bristol descobriram em seu estudo atual que os filhos de mães que tomam antidepressivos durante a gravidez têm maior probabilidade de desenvolver autismo. Os médicos publicaram os resultados de seu estudo no British Medical Journal (BMJ).

Antidepressivos durante a gravidez aumentam o risco de autismo em crianças
Se as mães tomavam antidepressivos durante a gravidez, seus filhos corriam maior risco de desenvolver autismo. O risco absoluto encontrado é relativamente baixo, passando de 2,9 casos em 100 crianças para 4,1 casos, explicam os especialistas.

Pesquisadores analisam os dados de 254.610 pessoas para o estudo
No presente estudo, os pesquisadores analisaram os dados de um total de 254.610 pessoas com idades entre quatro e 17 anos. Estes incluíram 5.378 pessoas com autismo. Até oito por cento das mulheres grávidas no Reino Unido tomaram antidepressivos durante a gravidez, acrescentam os autores.

Quais seriam os efeitos se as mães parassem de tomar antidepressivos?
Embora a associação entre antidepressivos e autismo seja causal, interromper o uso materno durante a gravidez pode impedir apenas cerca de dois por cento de todos os casos da doença, explicam os pesquisadores.

Os transtornos do humor ou medicamentos são o gatilho para o aumento do risco de autismo?
O aumento do risco de autismo pode ser devido à medicação, mas o aumento do risco também pode ser devido aos efeitos do transtorno do humor, dizem os especialistas.

Humor deprimido é mais comum entre pais de crianças com autismo
Dado que estudos anteriores em família já demonstraram aumento de transtornos de humor entre pais de crianças com autismo, também pode haver uma sobreposição nos fatores genéticos entre transtornos de humor e autismo, acrescentam os pesquisadores. Se existe uma relação causal entre antidepressivos e autismo, essa conexão é apenas muito modesta.

Mais pesquisas são necessárias
Existem também outros fatores, além dos antidepressivos, que podem explicar os efeitos, suspeitam os especialistas. O presente estudo levanta algumas questões novas. Agora são necessárias mais pesquisas para entender melhor os efeitos e os relacionamentos. (Como)

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